sexta-feira, 23 de julho de 2010

"Funchicórea, Só em Últimos Casos" - Dizem Especialistas

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Eu usei, elas usaram e você provavelmente usou no seu filhote e deu certo né? Clarinha ficava calma, calma e até hoje não vi nada que pudesse trazer malefícios à ela, porém, alguns médicos não aconselham o uso do medicamento fitoterápico, por conter sacarina demais, voltando para as velhas e boas (excelentes) massagens para aliviar as insuportáveis cólicas, até porque, estas acompanharão naturalmente (infelizmente) seu bebê até os 3 meses de idade. Até mesmo os chás naturais não são indicados para bebês menores de 6 meses por conter substâncias não reconhecidas pelo organismo ainda. Vou fazer um novo post sobre amamentação exclusiva depois.

Veja a reportagem retirada DAQUI:

"Quem usa a Funchicórea diz que é tiro e queda: é só colocar um pouquinho do pó na chupeta que ele para de chorar na hora. Mistura de funcho (erva-doce) com chicórea e sacarina, o fitoterápico indicado para cólicas de recém-nascidos é vendido em qualquer farmácia e deixa muitos pais aliviados. Já para médicos ouvidos pelo UOL Ciência e Saúde, o recurso deve ser utilizado só em último caso.
Muitos médicos condenam a Funchicórea porque até o sexto mês a criança deve receber apenas o leite materno. Além disso, há controvérsias em relação ao consumo de sacarina, um adoçante artificial, na infância. “Eu indico só se o bebê não estiver no aleitamento exclusivo; e faço isso mais pela mãe, que fica aflita porque não pode fazer nada para aliviar a cólica do filho”, conta o pediatra Sylvio Renan, autor do Blog do Pediatra.
Segundo ele, embora haja relatos esporádicos de sedação excessiva induzida pelo uso exagerado de Funchicórea, não há nenhuma contraindicação formal que justifique qualquer receio dos pais em usar o pó, desde que respeitadas as dosagens.
No entanto, Renan diz que não há comprovação científica de que o fitoterápico realmente funcione contra cólicas, embora o uso de chá de erva-doce para aliviar problemas digestivos entre adultos seja popular. “Tudo leva a crer que é o sabor doce o responsável por distrair a criança e diminuir a sensação dolorosa”, afirma o médico.

O cirurgião-dentista Tommaso Pasanisi Filho, pai de Isabella, de 2 meses, sabe que é o gostinho adocicado o responsável pela reação da filha ao produto, por isso usa a Funchicórea nos momentos em que só a chupeta não resolve. "Como não tem contraindicação e é um fitoterápico, uso sempre para acalmar os gritos e choros nos momentos de cólica intensa", diz.
Será que é cólica?
A médica Sandra de Oliveira Campos, professora do departamento de pediatria da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), também não é totalmente contrária ao uso da Funchicórea. Mas ela questiona a real necessidade de se apelar para o fitoterápico: “A cólica do bebê não é uma doença; é a mesma sensação que o adulto tem ao ir ao banheiro, ou quando está com gases, mas para o recém-nascido isso é percebido como incômodo”, explica.
Ela também reitera que é preciso avaliar se o problema é mesmo a cólica, especialmente no primeiro mês, em que o choro pode ser interpretado de várias maneiras. “É preciso ver se a fralda está apertando, ou se ele quer somente se aconchegar - no útero era tudo apertadinho, e a criança às vezes se incomoda em ficar soltinha", ensina.
A pediatra lembra que a queixa também pode ser sinal de fome, mesmo que o bebê tenha mamado há pouco tempo. "E isso não significa que o leite da mãe seja 'fraco', como muitas imaginam; apenas que ele não mamou tudo o que tinha de mamar", avisa. Afinal, é muito pouco tempo para a criança se adaptar ao esquema de alimentação proposto pela mãe.
Para resolver o choro do bebê, Renan costuma indicar um banho morno, que imita as condições do útero materno, ou simplesmente tirar a roupinha do bebê e aconchegá-lo. "Quanto menor a criança, maior a necessidade de contato de pele", observa.
Se o problema for mesmo a cólica, pode-se tentar as seguintes manobras: massagear o ventre do bebê com óleo de amêndoas ou aplicar uma compressa morna, para diminuir a dor. Também ajuda a famosa “ginastiquinha”: dobrar as pernas do bebê e pressionar levemente contra a barriga, para ajudar na expulsão dos gases.O mais importante é não entrar em desespero, pois as cólicas tendem a diminuir a partir do terceiro mês. E consultar sempre o pediatra antes de oferecer qualquer chazinho ou fitoterápico ao bebê, já que produtos naturais também podem causar efeitos indesejados. "

UOL.

6 comentários:

Adriana disse...

Ai amiga....com a Giulia nada resolveu, nem funchicória, nem massagem, nem dieta da mamãe aqui. Me restou esperar os 3 loooooongos meses passarem, hehehehe

bjs e bom finde

Luna disse...

Com o Felipe nada deu resultado também! Chegamos a dar a funchicória algumas vezes, até que meu marido experimentou e sentiu a língua anestesiada, depois desse dia preferimos não dá-la mais. E graças a Deus o 3 meses chegara, e as cólicas sumiram.

Bjinhos e bom final de semana.

Mamãe do Victor disse...

Graças a Deus o Victor nunca teve cólicas, acho que em parte se deve a minha alimentação que controlei bastente enquanto estava amamentando, deixei de comer e beber muitas coisas que gosto, uma delas é o café, ou viciada, mas abri mão por causa do filhote. muito bom seu post anterior, temos que valorizar o nosso, vê se esse povo vive idolatrando outros países? duvido! vamos cuidar do que é nosso!
Grande beijo querida, dá um beijo na sua filhota, ótimo fim de semana!

Carol Garcia disse...

tive muita sorte, pois pequeno não teve cólicas.
ufa...
mas a funchicória tbm nunca foi uma opção, por eu mirar as saídas preventivas como dieta, milicon e shantala.
bjocas

Bia disse...

Eu usava muuuuuita funchicória com o Nicolas, pq ele teve cólica até os 6 meses, eu ficava louca! Mas a Camila é mais tranquilinha e eu só uso de vez em nunca e de madrugada.

Sobre o Stallone, eu concordo que a gente tem que dar mais valor ao nosso país, mas convenhamos que ele não está errado. A violência no Rio é, infelizmente, uma coisa cotidiana. E a polícia brasileira não merece nem comentários, né?

Beijoss

Ministério da saúde disse...

Olá blogueiro,

Dê ao seu filho o que há de melhor. Amamente!

Quando uma mulher fica grávida, ela e todos que estão à sua volta devem se preparar pra oferecer o que há de melhor para o bebê: o leite materno.

O leite materno é o único alimento que o bebê precisa, até os seis meses. Só depois se deve começar a variar a alimentação.

A amamentação pode durar até os dois anos ou mais.



Caso se interesse na divulgação de materiais e informações sobre esse tema, entre em contato com comunicacao@saude.gov.br

Obrigado pela colaboração!

Ministério da Saúde