sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Mães Modelos


Numa noite, iniciando meu sono, aquelas horas esquisitas que não sabemos se estamos dormindo ou não, me peguei conversando com minhas idéias e me perguntando se serei uma boa mãe. Saberei eu, educar a Clara para que esta seja uma pessoa de bem e com um bom caráter? Seria a pessoa mais feliz do mundo se conseguisse que ela tivesse pelo menos 3 qualidades: Respeito, humildade e equilibrio, este para usar com os dois primeiros sem atropelos. Respeitar o espaço de cada um e colocar-se no lugar do outro, fará dela uma pessoa que sabe que errar é humano e que todos merecem uma segunda chance, o perdão é para poucos. Ter humildade é saber baixar a cabeça quando errar e entender que sempre haverá alguém melhor e pior do que ela, baixando assim o nariz que facilmente poderá empinar-se. E o equilíbrio virá para saber discernir os caminhos à frente, ter calma para reconhecer o bem do mal e aceitar as consequências de cada um, com honestidade.

Mas aí lhes pergunto: O que é uma boa educação? Como ler as bulas invisíveis dos filhos? Qual o modelo ideal de mãe educadora?
Perguntas dignas de dissertações de mestrado...! Juntemos as mães do mundo e não chegaremos a uma resposta idêntica, porém, todas as respostas teriam um complexo fundamento. Os filhos são como caixinhas de surpresas, uma dentro da outra que a cada fase abre-se uma nos alegrando, nos apaixonando e as vezes nos espantando. Caixinhas infinitas sem manuais do tipo " Abra com cuidado" ou " mantenha distância ao abrir" ou então "Cuidado, o conteúdo vicia".
A gente se apaixona, ama loucamente, se descabela, chora junto, ri junto, briga, se perde... Usamos todos os verbos do mundo para descrever os nossos sentimentos e ações com um só filho.

A gente grita, silencia ou bate? A gente respeita a porta fechada ou queremos a senha do e-mail? Deixa chegar tarde ou os seguimos nas festas? Os deixamos viajar com amigos ou os levamos embaixo da nossa saia até que se casem? São tantas as questões opostas mas todas defendidas por todas as mães do mundo, é difícil saber o que usaremos pros nossos. Todas as decisões maternas têm como retorno críticas além da conta e poucos elogios; é preciso saber como escutá-los com paciência e ter a cabeça aberta para novas sugestões. Mas, mãe tem a cabeça assim? Achamos que estamos sempre fazendo o melhor pra eles, não importa se eles sofrem, "escrevemos certo por linhas tortas..." Sempre.

Vamos então, estudar nossas teses de mestrado e doutorado dos cursos das nossas vidas, "Como Ser Uma Mãe Modelo" e discutir com as outras da turma; digamos que seja, uma grande turma, para ver como chegaremos a um idealismo de educação dos filhos. O curso é longo, aliás, interminável, mas uma coisa é certa, estaremos sempre buscando a perfeição e aprendendo com nossos aprendizes, por mais que nós mães não admitamos isso, por mais que não admitamos errar, afinal, somos o modelo vivo do que nossos filhos serão amanhã, cada erro e cada acerto será por nossa conta.

6 comentários:

Taty disse...

oieee passa la no meu blog tem selinho par vc
beijinhosssssssssss

Dora disse...

nem me fale isso, principalmente eu que eu sou a senhora repara nas faltas de educação dos filhos dos outros, certas vezes me pego dizendo, uma educação dessa não darei a meu filho, fala sério depois do muleque correndo e gritando pelos cantos, tudo muda, e vc vai descobrindo um novo universo! :)

Mamy Ine disse...

Lindo este texto da mãe modelo.
tem selinho meu blog para vc.
bjocas e boa semana para vcs

Mamãe da Duda disse...

Oi,
Sempre venho aqui aprender com vc. Acho seu blog ótimo. Por isso te dei esse selinho, ele táno meu blog e é de todo o coração.
Beijos
Elen e Duda!

Rubia Oliveira Bitencourt disse...

Oii nossa adorei teu blog vou lhe acompanhar!!

beijoconas

Anônimo disse...

Obrigado por intiresnuyu iformatsiyu